Fusioning everything
Umas das coisas que tem me impressionado é o quanto o Brasil está na moda.
Em ano de Copa do Mundo essa questão acaba aparecendo mais, pois o Futebol está por todo lado e, se tem Futebol, tem Brasil.
Mas, mais do que isso, a cultura brasileira tem se espalhado mundo afora.
No ano passado foi a Selfridges com uma comemoração especial de artigos brasileiros, com direito a Cristo Redentor na fachada da loja. Também recentemente tivemos vários eventos de música brasileira na França, culminando com um show enorme na Bastilha.
Achei curioso ter escutado tanta música brasileira na minha última viagem. Em hotéis, aeroportos e Starbucks.
O Hotel em que fiquei em Taipei, tocava música brasileira durante o todo o tempo. Depois percebi que era uma forma de agradar os hóspedes. Eles colocavam uma bandeirinha do seu país no quarto e no andar que eu estava tocava música brasileira quase o dia todo (aliás, bem melhor que as músicas chinesas).
Também ouvi música brasileira nas Starbucks de Kuala Lumpur e Londres. A coincidência mostrou-se mais do que uma simples coincidência.
Fui convidado para um jantar e um drink com meus colegas de Taipei, eles me levaram para conhecer o BarCode, um lugar novo e bem trendy na área mais moderna de Taipei. Logo que chegamos já começou a tocar "Mas Que Nada" do Sérgio Mendes com o The Black Eyed Peas.
Ontem finalmente comprei o CD. É fantástico, recomendo a qualquer um que goste de vários estilos de música.
Bom, aí chegamos ao ponto que queria explorar: a Globalização não é mais somente um fenômeno político/economico, é um fenômeno social e cultural.
Com as misturas de pessoas ao redor do mundo, com o aumento da comunicação entre povos e culturas com a ascenção do cinema indiano, chines, argentino, brasileiro.... enfim... as pessoas ao redor do mundo estão gostando de misturar as coisas.
Os mais espertos perceberam isso rápido e começaram a misturar também. Surge a grande tendência do "fusion".
É fácil encontrar restaurantes fusion em todas as grandes capitais do mundo. Às vezes o fusion é por região, como por exemplo o 1492 Latin Fusion em Londres. Outras vezes, como no caso do Obá em São Paulo, mistura-se temperos tailandeses, mexicanos e brasileiros.
Bom, essa tendência também acontece na música e o melhor exemplo, no meu ponto-de-vista, é o CD Timeless, do Sérgio Mendes. Uma mistura de ritmos e estilos, usando como base o batuque do samba.
Para terminar, falta explicar a coincidência de ouvir música brasileira na Starbucks. Eles tem um selo musical chamado HearMusic (http://www.starbucks.com/hearmusic) e o CD do Sérgio Mendes está na lista deles. Para quem gosta de "experiência de marca" esse é o maior expoente dessa nova estratégia de marketing. O que melhor para criar o "mood" de um ambiente do que a música. Então, o negócio é misturar uma boa música com um bom café e... talvez... um acesso wireless à Internet para estar conectado ao mundo em qualquer lugar que esteja.
Em ano de Copa do Mundo essa questão acaba aparecendo mais, pois o Futebol está por todo lado e, se tem Futebol, tem Brasil.
Mas, mais do que isso, a cultura brasileira tem se espalhado mundo afora.
No ano passado foi a Selfridges com uma comemoração especial de artigos brasileiros, com direito a Cristo Redentor na fachada da loja. Também recentemente tivemos vários eventos de música brasileira na França, culminando com um show enorme na Bastilha.
Achei curioso ter escutado tanta música brasileira na minha última viagem. Em hotéis, aeroportos e Starbucks.
O Hotel em que fiquei em Taipei, tocava música brasileira durante o todo o tempo. Depois percebi que era uma forma de agradar os hóspedes. Eles colocavam uma bandeirinha do seu país no quarto e no andar que eu estava tocava música brasileira quase o dia todo (aliás, bem melhor que as músicas chinesas).
Também ouvi música brasileira nas Starbucks de Kuala Lumpur e Londres. A coincidência mostrou-se mais do que uma simples coincidência.
Fui convidado para um jantar e um drink com meus colegas de Taipei, eles me levaram para conhecer o BarCode, um lugar novo e bem trendy na área mais moderna de Taipei. Logo que chegamos já começou a tocar "Mas Que Nada" do Sérgio Mendes com o The Black Eyed Peas.
Ontem finalmente comprei o CD. É fantástico, recomendo a qualquer um que goste de vários estilos de música.
Bom, aí chegamos ao ponto que queria explorar: a Globalização não é mais somente um fenômeno político/economico, é um fenômeno social e cultural.
Com as misturas de pessoas ao redor do mundo, com o aumento da comunicação entre povos e culturas com a ascenção do cinema indiano, chines, argentino, brasileiro.... enfim... as pessoas ao redor do mundo estão gostando de misturar as coisas.
Os mais espertos perceberam isso rápido e começaram a misturar também. Surge a grande tendência do "fusion".
É fácil encontrar restaurantes fusion em todas as grandes capitais do mundo. Às vezes o fusion é por região, como por exemplo o 1492 Latin Fusion em Londres. Outras vezes, como no caso do Obá em São Paulo, mistura-se temperos tailandeses, mexicanos e brasileiros.
Bom, essa tendência também acontece na música e o melhor exemplo, no meu ponto-de-vista, é o CD Timeless, do Sérgio Mendes. Uma mistura de ritmos e estilos, usando como base o batuque do samba.
Para terminar, falta explicar a coincidência de ouvir música brasileira na Starbucks. Eles tem um selo musical chamado HearMusic (http://www.starbucks.com/hearmusic) e o CD do Sérgio Mendes está na lista deles. Para quem gosta de "experiência de marca" esse é o maior expoente dessa nova estratégia de marketing. O que melhor para criar o "mood" de um ambiente do que a música. Então, o negócio é misturar uma boa música com um bom café e... talvez... um acesso wireless à Internet para estar conectado ao mundo em qualquer lugar que esteja.









